UFMT, UFAL, UFPI, UPR, UFTPR,
UFPA,UFAM, UNIVASF, UFPB, UFCG, UFSJ, UFES, UFV, UFF, UFOP, UFLA, UFJF e UFU.
Assembleias
lotadas e c/ aprovações por unanimidade! A UFRJ e a UNB estão c/ reuniões marcadas p/
deflagarem.
A UFOP parou na tarde desta
terça feira, 15 de maio, para acompanhar a deliberação da categoria docente,
reunida em Assembléia Geral da ADUFOP, para tratar do ponto de pauta
deflagração de greve dos docentes para o dia 17 de maio.
A lista de presença registrou 265 assinaturas de docentes, no entanto devido ao
grande número de presentes e relativa dificuldade de espaço, ainda alguns não
tiveram condições de adentrar ao auditório para acompanhar as discussões e
votações. A organização estima em mais de 450 presentes, entre estudantes e
professores.
A deflagração de greve dos docentes da UFOP com data de início 17 de maio de
2012 foi aprovada por maioria qualificada, isto é, acima de 2/3 de votantes
favoráveis a esta decisão.
Os eixos de reivindicação do movimento estão centrados em dois pontos:
i) reestruturação da carreira
docente tendo como referencial o projeto de carreira do ANDES-SN, carreira
estruturada em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir
do piso para regime de 20h, elevação do valor remuneratório do piso atual,
tendo como referência o salário mínimo do DIEESE, e percentuais de acréscimo
relativos à titulação e ao regime de trabalho, uma linha só no contracheque; e
(ii) pela valorização e
melhoria das condições de trabalho docente na UFOP, tendo como referência Pauta
Local de Reivindicação do movimento docente.
Notificação específica sobre
esta deliberação foi protocolada ao Reitor da UFOP nesta terça feira, 15. Ato
público foi convocado pela Assembléia para o dia 17 de 13 horas as 17 horas na
Praça Tiradentes em Ouro Preto, para marcar o início do movimento.
Professores da UFJF e do IF Sudeste entram em greve na
segunda-feira
Orientação é para que sejam suspensas todas as atividades
docentes ligadas à pesquisa, ao ensino e à extensão. Cerca de 20 mil podem
ficar sem aula
Thiago Stephan
Repórter
16/5/2012
Os professores da Universidade Federal de
Juiz de Fora(UFJF) e do IF Sudeste MG deflagram greve a partir da próxima
segunda-feira, 21 de maio. A decisão foi tomada na manhã desta quarta-feira,
16, em assembleia realizada na sede da Associação dos Professores de Ensino
Superior de Juiz de Fora (Apes-JF), que contou com a participação de 144
docentes. Houve três votos contrários e uma abstenção.
Com
isso, só na UFJF cerca de 15 mil alunos de graduação e outros 5 mil de
especializações, mestrado e doutorado devem ficar sem aula. Nova assembleia
está marcada para a próxima quarta-feira, 23, às 9h, na sede do sindicato.
De acordo com o
presidente da Apes-JF, Rubens Luiz Rodrigues,
a decisão da categoria foi tomada, principalmente, devido à falta de avanços na
negociação com o governo federal. "A aprovação teve como base a avaliação
de que as reivindicações sobre a carreira não têm sido atendidas pelo governo,
que se mostra indiferente. Isso não vem de hoje e a insatisfação é
generalizada. Para acabar com essa morosidade, decidimos pela greve",
explica Rodrigues.
Ainda
segundo o presidente da associação, não há como calcular como será a adesão dos
professores, mas ele acredita que haverá paralisação generalizada. "A
orientação é para que haja suspensão de todas as atividades docentes de ensino,
pesquisa e extensão. As exceções podem ser atividades que sejam avaliadas pelo
comando local de greve como essenciais", explica.
Reivindicações da categoria
A
pauta de reivindicações da campanha dos professores federais prevê a
reestruturação da carreira, prevista no acordo firmado em 2011 e até agora não
cumprido pelo governo federal. De acordo com nota enviada à imprensa pela
assessoria de comunicação da Apes-JF, a categoria busca carreira única com
incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5%
entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário
mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de
acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho. Os docentes também
reivindicam a valorização e a melhoria das condições de trabalho e de
atendimento de pautas específicas de cada instituição de ensino superior.
Levantamento
realizado pela Apes-JF revela que entre segunda, 14, e o final da tarde de
terça, 15, professores de outras 20 instituições de ensino superior também
optaram por paralisar as atividades, casos da Universidade Federal de Lavras
(UFLA), Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) e Universidade Federal
de Viçosa (UFV).
Por
meio de nota enviada pela Secretaria de Comunicação, a Administração Superior
da UFJF afirmou que "assim como em outras ocasiões, respeita a mobilização
de todos os segmentos representativos da instituição — alunos, professores e
técnico-administrativos em educação".
Por
ampla maioria , greve é deflarada pelos professores da UFU para o dia 17/05.